Materialidade: Arquitetura vernacular



No primeiro período da faculdade tive uma disciplina chamada Estudo da Percepção, que como o próprio nome já identifica seria uma ferramenta para nos habilitar a ter uma maior percepção com relação a realmente tudo, começamos a fazer trabalhos sobre os sentidos e por esse caminho partimos para temas mais complexos. Como trabalho final do período, meu grupo ficou incumbido a apresentar um seminário sobre Materialidade, parecia simples, nem tanto. 

O que é materialidade?
Materialidade é quando a qualidade do material é trabalhado com tal potência que se torna a identidade do produto. Nesse caso a cor, a consistência, a densidade, a textura do material. Bem como as possibilidades e limitações formais são definidas pelo material utilizado.
O que é Materialidade In Natura?

A expressão in natura é uma locução latina que significa "na natureza, da mesma natureza".
No entanto, os contextos em que é habitualmente utilizada requerem traduções mais amplas: “no estado que se encontra na natureza”, “no seu estado natural”, “não transformado”.
O povo Mousgoum, habita a região Norte de Camarões, próximo ao lago Chad.


Utilizam barro que é um material abundante na região.
Um tipo de arquitetura que está inserida no conceito de materialidade in natura é a Arquitetura Vernacular, pois denomina-se Arquitetura Vernacular a todo o tipo de arquitetura em que se empregam materiais e recursos do próprio ambiente em que a edificação é construída. Desse modo, ela apresenta caráter local ou regional.
Etimologia: O termo "vernacular" deriva do latim vernaculus, que significa doméstico, nativo, indígena. Surgiu a partir da palavra "verna", que significa "escravo nativo" ou "escravo nascido em casa". A palavra deriva provavelmente de um antigo vocábulo etrusco. 

Tataouine, uma pequena cidade perdida no sul da Tunísia.
A pousada Montaña Mágica foi construída no Sul do Chile por artesãos das comunidades locais com pedras naturais e é coberta pela vegetação.
  
Vilarejo de Palangan , nas montanhas perto da fronteira com o Iraque.
Denominam-se Uros as ilhas artificiais sobre as águas do Lago Titicaca, que os nativos bolivianos e peruanos constroem e mantêm para nelas habitar.

O iglu ou igloo  Por vezes a expressão é traduzida como "casa de neve". É um abrigo feito de neve utilizado por gente que habita as zonas de frio extremo, tais como as do Alasca e do Ártico. 
Desenhado pelo português Camilo Rebelo, e arquiteto Tiago Pimentel, juntamente com Barbosa e Sandra, está localizado em Portugal, no Vale do Côa. O edifício é praticamente parte da paisagem , uma forma monolítica feito com pedras e cor local.

Observar o mundo como uma exposição de arte



“E ainda há as pessoas essencialmente visuais (grupo no qual me incluo), que observam o mundo como uma exposição de arte, uma festa para os olhos. Esse grupo se diverte e se ocupa só olhando: coisas, pessoas, lugares, tudo. Alimentam-se de ver.”
  Esse trecho é do livro O design do designer da Ligia Fascioni (já indicado em um post anterior aqui) que de forma clara e não menos objetiva define meu olhar, e talvez o seu. É uma questão de treino, é necessário alimentar esse desejo de ver não simplesmente coisas mais sim arte, seja no que for. Não é preciso visitar uma grande metrópole para se maravilhar com belas e apaixonantes paisagens urbanas.
Sou capixaba, então Vitória é minha galeria de arte. Sempre que passo por determinado ponto me deparo com algo novo que não havia notado antes, e isso começou após iniciar o curso de Arquitetura.
Essa vista é do Convento da Penha, onde se pode vislumbrar Vitória e Vila Velha.
 

Planta Baixa: Filmes e Séries



Não sei vocês, mais eu amo a Arquitetura e a questão Urbanística dos filmes, desenhos e de algumas séries. Em breve farei uma postagem sobre os filmes que chamam mais atenção no cenário Arquitetônico.
Por hora vamos ver a planta baixa de alguns.

The Big Bang Theory

The Simpsons

Friends

[E-book Grátis] O design do designer



Essa semana o Arquiteto e Urbanista Ricardo Meira fez uma palestra aqui em Vitória, infelizmente não pude comparecer graças a um seminário que tive que apresentar no mesmo horário. Por mais que não tenha ido me interessei pelo trabalho do arquiteto e em seu blog Arquiteto Daltônico encontrei um post sobre o e-book da Ligia Fascioni chamado “O design do designer”. 
 

Objetivo



Não foi uma tarefa difícil escolher qual curso faria, por volta dos onze anos decidi que a Arquitetura seria minha profissão. Ao contrário de uma parte dos estudantes não tive nenhum tipo de influência, não conheço nenhum Arquiteto. O desejo pela arte nasceu através de um olhar diferenciado, quando percebia detalhes que me despertavam sentimentos diversos. Queria fazer parte daquilo, criar e ser notada. Antes de mais nada procurava uma forma de não ser somente mais um rosto na multidão.
Como desde muito cedo meus alvos já eram bem claros, não via a hora de terminar o ensino médio e partir para um novo futuro. Bom, as coisas não são tão fáceis como arquitetamos em nossas mentes, levou um bom tempo até me sentar em uma prancheta e começar a aprender o Bê-a-bá da Arquitetura.
Fui muito feliz na minha escolha, por mais que o curso seja de fato mais difícil do que imaginava, cada descoberta me traz um sentimento de realização. 


Casa Cor Espírito Santo 2014

 

 A casa Cor traz este ano de 2014 um show de cores e texturas. Cada ambiente foi ricamente trabalhado por artistas renomados do mercado capixaba.
http://www.casacor.com.br/espiritosanto/
























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